Você está demitido!

Você está demitido!

Foram as palavras que ouvi da boca de um supervisor da fábrica de pisos onde eu trabalhava. Era março de 2008, e eu estava no turno da tarde. Comecei às 14h e iria até as 22h.

Havia sido promovido de auxiliar de produção para operador de máquinas há alguns meses, o que só aumentava minhas responsabilidades, pois eu ganhava apenas 70 reais a mais do que um auxiliar de produção.

Este da foto sou eu, ao lado de uma das prensas que eu operava. O nome da fábrica era Escurial, como pode ver no bolso do jaleco.

A história de Moisés Santos

Eu e um colega éramos operadores de máquinas e tínhamos um auxiliar para nos ajudar na limpeza.

Operávamos quatro máquinas chamadas de prensas, responsáveis por dar forma ao piso.

Lembro-me como se fosse hoje: nesse dia, a máquina três estava com um problema no carrinho e derramava muito barro. Ela ficou o turno todo assim.

A cada 10 a 15 minutos, eu tinha que encher um carrinho de mão e jogar o barro na moagem.

Não era um carrinho de mão comum — era feito com estrutura de ferro grossa e muito pesado. Os pneus eram de carro, para aguentar o peso.

Todos os dias, quando faltavam 20 minutos para o fim do turno, as equipes tinham o costume de se revezar para tomar banho.

O operador me liberava para ir tomar banho, enquanto ele e o auxiliar cuidavam das máquinas. Assim que eu terminava, voltava para o setor e liberava os dois para irem também.

Eu ficava cuidando das quatro máquinas e aguardando a equipe que iria trabalhar das 22h às 6h da manhã.

Naquele dia, faltavam cinco minutos para as 22h e eu já tinha tomado banho. O segundo operador foi para o vestiário. O supervisor me viu arrumado, se aproximou e perguntou:

— Você já tomou banho? Já está pronto?

Abri os braços, como quem dizia: “Bem, acho que sim.”

Então ele me disse:

Você está demitido.

Fiquei indignado na hora, pois ele me viu trabalhando feito louco — justo naquele dia em que a máquina estava quebrada e derramando barro sem parar.

Com tom alto, perguntei:

— Por que você não me demitiu logo cedo? Fez-me trabalhar como um condenado o dia todo, e vem me demitir agora no final do turno?

Ele apenas respondeu:

— Estou demitindo agora.

Deu as costas e saiu.

Confesso que fiquei com tanta raiva que deixei as quatro máquinas operando sozinhas e fui embora.

Afinal, se eu tinha sido demitido, não fazia sentido permanecer ali. Fui ao vestiário avisar o operador. Ele saiu às pressas para assumir as máquinas.

Talvez você pense que eu estava errado por ter ido tomar banho em um horário inadequado, mas, na verdade, todos os funcionários faziam o mesmo — eu apenas segui a rotina.

Por que ele não demitiu o auxiliar e o outro operador que também tomaram banho?

A verdade é que esta é uma longa história, e o motivo real da minha demissão não foi o banho, mas o fato de que ele já vinha me perseguindo há meses.

Confesso que eu já não tinha mais vontade de continuar na empresa, mas não tinha coragem de pedir demissão — o futuro era incerto.

Muitas vezes, em dias chuvosos, eu acordava, sentava na cama e sentia uma angústia na alma, por saber que teria que pegar minha bicicleta e sair às 5h20 da manhã, debaixo de chuva.

Levava algo em torno de 20 minutos de bicicleta de casa até o trabalho, mas, em chuvas fortes, podia levar entre 30 e 35 minutos.

Esse foi meu primeiro emprego com carteira assinada. Naquela fábrica, desenvolvi alergia à poeira nos primeiros três meses e comecei a sangrar pelo nariz.

Perto de completar seis meses, fraturei o braço por causa de uma máquina. Foi uma experiência inesquecível, que me deixou com sequelas.

Mas aquela demissão contribuiu para meu crescimento pessoal e profissional.

Após sair da fábrica de pisos, recebi o seguro por três meses.

Confesso que fiquei muito preocupado no início, pois meu filho havia nascido em fevereiro, e a demissão veio em março.

Soube que a empresa onde meu cunhado trabalhava estava contratando, então entreguei um currículo.

Era uma grande rede de supermercados da cidade. No dia da seleção, a recrutadora gostou do meu perfil e disse que eu poderia tentar uma vaga como segurança. Fui encaminhado para entrevista e aprovado.

No quarto mês, comecei a trabalhar como segurança nessa rede, em 15/10/2008.

Trabalhei lá de 15/10/2008 a 01/03/2010. Pedi ao meu gerente que, assim que houvesse cortes na empresa, me demitisse.

Estava chegando o Natal, e o gerente reuniu a equipe para tirar uma foto. Essa não era nossa farda oficial — como era uma data especial, confeccionaram uma farda específica. Eu sou o Garbosa.

Infelizmente, nessa foto, dois grandes amigos que fiz na empresa já faleceram. Partiram cedo demais.

Minha amiga Marlene e meu amigo Renisson. Renisson é este de óculos à minha esquerda; Marlene é a que está em pé, lá atrás.

O mais alto, no centro da foto, era o nosso gerente.

Eu sou quem está no meio, bem à frente, com o chapéu de Papai Noel. rsrs

A história de Moisés Santos

Falei com meu gerente em janeiro e, em março, ele me demitiu. Em março de 2010, saí da rede de supermercados e comecei a trabalhar de forma informal.

Em 2011, iniciei minha jornada no marketing digital. Foi quando tive meus primeiros contatos com o marketing de afiliados.

Em julho de 2012, adquiri um treinamento fantástico sobre marketing de afiliados.

Em agosto de 2012, tive meus primeiros ganhos: quase R$1.000.

Em setembro de 2012, ganhei quase R$3.000 trabalhando com marketing de afiliados. Em outubro de 2012, ganhei novamente cerca de R$3.000.

Foi exatamente nesse mês que passei a me dedicar 100% ao marketing digital. Em 2013, lancei meu primeiro produto: o curso Faculdade do Dinheiro.

Foi um recorde de vendas, pois eu ensinava tudo o que estava fazendo para ter resultados extraordinários atuando como afiliado.

Esses ganhos de quase R$13.000 aconteceram em apenas uma semana. Fiquei extremamente feliz, pois, para mim, isso fugia completamente da minha realidade.

O máximo que eu havia ganhado no trabalho offline foi R$2.500, quando fui demitido. rsrs

 

A internet me proporcionou viajar e participar de grandes eventos e conhecer profissionais de todo o Brasil e Portugal.

A história de Moisés Santos

 

Hoje trabalho no meu escritório e faço meus horários de trabalho.

Tenho liberdade de tempo e financeira, e tudo isso é graças ao marketing digital.

Meu treinamento tem ajudado pessoas de todo o Brasil a trabalhar de casa e viver da internet. Estes são apenas alguns depoimentos dos meus alunos sobre o meu treinamento.

E aqui estão alguns resultados que eu tenho gerado fazendo algo que amo.

Ajudar pessoas e ser bem remunerado por isso.

Hoje estamos na versão 3.0 do treinamento Faculdade do Dinheiro.

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Sobre o autor | Website

Copywriter e Especialista em Marketing Digital há mais de 8 anos. É apaixonado por Marketing e desenvolvimento pessoal. Sua missão é mudar o mundo transmitindo seus conhecimentos sobre Negócios Online.

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